15 de outubro de 2008

André Mehmari, o menino do dedo verde

Foi paixão imediata. O violonista Paulo Aragão elogiou as músicas do disco '... de árvores e valsas' num dia e esbarrei por acaso com o álbum no outro. Se gostei? Digamos que levei uns 15 dias falando de 'Um anjo nasce', 'Mairiporã', 'Noturno espanhol' e seus pares para todo mundo - inclusive à amiga Helena (irmã do Paulo) Aragão. Ela se entusiasmou e propôs escrever a quatro mãos sobre o André Mehmari para o site Overmundo, do qual é editora.

Apresentado virtualmente pelo querido Flávio Loureiro, o músico topou a proposta e, na primeira vinda ao Rio, nos recebeu para a entrevista. O que a gente tanto proseou você pode ler a seguir:

Instrumento ali não fica em cativeiro. Case é como roupa para os humanos: vestimenta para sair de casa em ocasiões especiais. Pela sala tem clarinete, bateria, rabeca, violão, guitarra. Tem até um cravo, porque gosta-se muito do estilo barroco. No centro (não por questão de ângulo, mas de relevância), o piano, absoluto. E passando por tudo isso sem derrubar uma palheta, Miguilim. Porque gato é um bicho muito sensível. “Os instrumentos ficam espalhados. A pessoa quer sentar no sofá e não pode: tem um cavaquinho ali”, ilustra, com um sorriso desenhado na boca, o multiinstrumentista André Mehmari, um peso-pesado no quesito música brasileira contemporânea.

Leia o texto completo no Overmundo!


* Foto de Gal Oppido *

2 comentários:

Kika Gada disse...

Gato, hein!

Anônimo disse...

vai escrever bem assim na Conchichina menina...muito gostoso ler seu texto....
abs
bjs
paul